
Endrick e Estêvão, crias da base do Palmeiras, simbolizam geração que impulsionou receitas do clube no mercado da bola
Nos últimos dez anos, o Palmeiras atingiu um patamar raramente alcançado por clubes fora da Europa. Segundo levantamentos do mercado internacional, o clube ultrapassou a marca de R$ 3 bilhões em receitas com vendas de jogadores, figurando entre os maiores vendedores do futebol mundial e ocupando a 11ª posição no ranking global do período.
O dado ganha ainda mais relevância ao colocar o clube à frente de equipes tradicionais do continente europeu, reforçando a eficiência do modelo alviverde de formação e negociação de talentos.
Grande parte desse resultado é fruto do trabalho consistente nas categorias de base. Jogadores como Endrick, Estêvão e Gabriel Jesus simbolizam uma geração que uniu desempenho esportivo, valorização internacional e retorno financeiro expressivo.
Mais do que vendas pontuais, o Palmeiras consolidou um modelo sustentável, no qual a base é tratada como ativo estratégico, garantindo competitividade esportiva e estabilidade financeira.
